O que é o Programa

O Programa de Incentivo à Leitura vem sendo implementado gradativamente desde 2009 e tem como maior objetivo a formação de uma cidade leitora, a partir da garantia do acesso ao livro e a leitura, da formação de mediadores de leitura e da realização e apoio à todas iniciativas de ações voltadas para o incentivo à leitura em Betim.Sendo assim o grande desafio é criar condições para não limitar esse Programa aações pontuais e esporádicas, mas promover uma grande mobilização municipal a esse favor, fazendo com que as bibliotecas escolares, praças, parques e outros espaços da cidade se tornem espaços que acolham as práticas leitoras. O nosso objetivo é construir a cada dia UMA BETIM MAIS LEITORA!
Equipe: Eugênia Ribeiro, Gil Bertho Lopes, Viviane Penido e Fabiana Vilas Boas (coordenação)

Contato: Tel: 3596-0081
O Programa de Incentivo à Leitura foi construído com base nas diretrizes do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) que pode ser melhor conhecido por meio do acesso aos links:
www.pnll.gov.br e do http://maisleituramaislivro.ciatech.com.br/

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Você concorda?

?


Segundo estudos recentes,
parado, fortalece a coluna;
de cabeça baixa estimula a circulação do sangue;
de barriga para cima é mais prazeroso;
sozinho, é estimulante, mas egoísta;
em grupo, pode até ser divertido;
no automóvel, é muito perigoso...
Com frequência, desenvolve a imaginação;
entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
de joelhos, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer ou na sobremesa,
sobre a cama ou na rede,
nus ou vestidos,
sobre o sofá ou no tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no closet:,
sempre é um ato de amor e de enriquecimento.
Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a
posição socioeconômica...


... Ler é sempre um prazer !!!





DEFINITIVAMENTE, LER LEVA A DESFRUTAR DA IMAGINACÃO...


E VOCÊ ACABOU DE EXPERIMENTAR ESSE FATO!



LEIAMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!







Texto recebido por email

Biblioteca do Educador: novo endereço


Atenção usuários da Biblioteca do Educador. A partir do dia 14 de março a biblioteca funcionará em novo endereço: Rua Dr. Silvio Lobo, 221, Angola, junto à Secretaria de Educação.

 A mudança vai beneficiar a todos os usuários pela praticidade e novidades que vêm por aí.



Aguardem!!

Moacyr Scliar e a leitura por prazer

"O ensino da literatura ainda não se libertou da metodologia do passado, em que leitura era obrigação, e não prazer""Uma bela história ou um belo poema melhoram nossa vida", diz o escritor Moacyr Scliar. Autor de mais de 80 livros, publicados além do Brasil na Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, e Espanha, Moacyr Scliar é um entusiasmado defensor da leitura. "Ler é algo que se deve fazer com prazer e emoção, nunca como obrigação". Para o autor, atividades que estimulem a interação com o texto, como adaptações teatrais, podem aproximar crianças e jovens da literatura.




Ele próprio escreveu uma adaptação de O Guarani, clássico romance de José de Alencar, voltada para o público infanto-juvenil. No livro de Scliar, um grupo de adolescentes participa de um concurso de vídeo e para isso estuda a obra de Alencar, comparando-a com a nossa atualidade. "O conhecimento da vida e do mundo que se pode adquirir pela leitura é sempre mediado pelo sentimento. Por isso, melhor que perguntar para um jovem 'O que o autor quis dizer com esse texto?' é questionar 'O que você sentiu lendo esse texto?'", explica. Suas principais considerações sobre Educação brasileira, em entrevista ao Educar para Crescer:

 Leia a entrevista na íntegra 

Moacyr Scliar, o mestre da ironia

Convidado para participar dos debates literários da Conferência sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial, em Brasília, em março do ano passado, Moacyr Scliar aceitou de pronto. E fez melhor: saiu a tempo de uma feira literária no interior do Rio Grande do Sul e, tendo falado sobre o seu processo criativo para o público brasiliense, ainda conseguiu seguir para Goiânia, onde havia outro evento no qual sua presença fora requisitada. Como percorria o País por gosto, nunca estava mal-humorado ou demonstrava cansaço. Pelo contrário: enquanto muitos escritores já se acomodavam nas poltronas de um saguão de hotel na capital, eis que Moacyr Scliar adentrava buliçoso, de calção e camiseta, suado e sorridente, pronto para abraçar seu amigo da Academia Brasileira de Letras, que vestia um paletó de três botões bem aprumado.





Tasso Marcelo/AEScliar. Imortal da Academia de Letras combinava os talentos de escritos e de médico

Ao longo do dia, mantinha-se atencioso com as pessoas e misturava seus talentos de escritor e médico. Durante o almoço, falou sobre a dieta dos brasileiros pobres, em muitos casos aliada à baixa educação, o que produziria gerações e gerações de pessoas sem futuro. Controlava com rigor o que ele mesmo comia, e criticava as escolhas nutricionais dos amigos à mesa, que não sabiam dosar quantidade e qualidade. No meio da conversa, surgia então um provérbio judaico, uma explicação qualquer sobre um fato, fosse político ou religioso, à qual lembrava de adicionar uma anedota. Muitos comentaristas lembram que, nos livros de Moacyr Scliar, haveria perceptível influência de Franz Kafka - sobretudo nas parábolas e nos relatos curtos e altamente metafóricos. Mas a conversa naquele dia revelou a forte admiração do escritor brasileiro por Isaac Bashevis Singer, cuja ficção conhecia no mesmo nível de profundidade com que lembrava fatos da biografia e da correspondência do autor de Zlateh, o Bode (1969).



Moacyr Scliar compartilhava com o escritor judeu-americano, nascido na Polônia, algumas características que logo o fariam menos identificado com Franz Kafka: em especial, o gosto do contador de histórias, do fabulista que evitava maior sofisticação, sem perder criatividade e crítica. Lembre-se, por exemplo, do conto O Bolso não Esqueceu, de Isaac Bashevis Singer, no qual o narrador impiedoso expõe os conflitos existentes na prática da religião e no uso do dinheiro, tudo imbuído da peculiar cultura judaica contida num provérbio. E compare-se o que o conto possa exibir de autoironia cultural com a novela A Mulher Que Escreveu a Bíblia (1999), no qual o humor de Moacyr Scliar serve para tornar patética a ideia da existência de "vidas passadas" e, ao mesmo tempo, de tornar verossímil a vida de uma mulher escriba, a mais feia das esposas de Salomão, que teria redigido páginas memoráveis da humanidade. Moacyr Scliar, mestre da ironia, manipula o conhecimento bíblico e os estereótipos mais sólidos da cultura judaica para, justamente, deslocá-los do seu centro gravitacional. O resultado são narrativas focadas nas sutilezas e nas tresloucadas dimensões da ação humana.



Sim, a matriz ficcional de Moacyr Scliar é a Bíblia - e no reino do texto hebraico o escritor brasileiro opera por meio de desvios, questionamentos e revelações de incógnitas. Essa operação pode estar num conto que flagra a humanidade literalmente faminta de Esaú, como em Diário de Um Comedor de Lentilhas, ou na descoberta de outra dimensão, muito menos aterrorizante, do castigo divino, como se lê em As Pragas. Paralelamente, porém, a sua ficção também é percorrida pelo exame da identidade - que pode assumir diversas feições: a identidade judaica, a identidade sexual, a identidade humana contraposta à animal, entre tantas identidades. Para a história contada em O Centauro no Jardim (1980) converge um complexo aparato de alusões e memórias literárias. O bicho mitológico tem um quê de Gregor Samsa, metamorfoseado "numa espécie monstruosa de inseto", que agride primeiramente a ordem familiar. Mas também lembra o relato Do Diário de Alguém Que Não Nasceu, no qual Isaac Bashevis Singer cria um personagem "meio espírito, meio demônio, meio ar, meio sombra, provido de chifres como um bode (...). Existo e não existo".



Guedali, o mitológico centauro, é a humana besta que busca entender cada uma das suas conflitantes metades. A sua monstruosidade o leva a conhecer, como se lê naquele livro, a monstruosidade praticada pelos nazistas, que tentaram transplantar metades de homens a metades de mulheres. E quando Guedali encontra sua cara-metade - uma mulher também centauro -, entra em cena a mãe dele, que exige uma mulher judia para levar o casamento adiante... É assim que Moacyr Scliar, escritor realizado, apresenta o chiaroscuro humano, com palavras de um mestre que eu conheci em ação.

Felipe Fortuna - O Estado de S.Paulo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Felicidade clandestina -

Felicidade clandestina - Clarice Lispector




Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.



Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".



Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.



Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.



Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.



Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.



No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.



Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.



E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.



Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.



Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!



E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.



Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.



Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.



Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.



Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

Acho de uma beleza singular esse conto e resolvi postá-lo para compartilhar desta delícia

O círculo virtuoso da sociedade leitora

Alguns setores da economia brasileira cresceram muito nos últimos anos. Para nós, educadores, o que mais chama a atenção é o segmento relacionado ao mercado editorial, principalmente no que diz respeito aos livros didáticos e de literatura. O Ministério da Educação (MEC) muito colaborou para esse cenário, comprando vultosas tiragens para distribuir às escolas - tanto de um tipo como de outro - e exigindo cada vez mais qualidade em todos os aspectos.


"Sabemos que a paixão pela leitura não vem no código genético das pessoas. Ela deve ser cultivada, incentivada e ensinada."



O número de livros lidos por ano por habitante aumenta nos países em que a leitura aparece em diversos contextos, formando um círculo virtuoso. Se as pessoas leem em casa ou no transporte público, compram livros para si e para presentear, fazem deles objeto de conversas, participam de encontros em que a literatura é o principal tema, então essa é uma nação de leitores.



O fato é que o nosso país está ficando cada vez mais e mais letrado. Editoras têm aumentado o número de lançamentos nos diversos gêneros. Nas grandes cidades, bancas de jornais vendem literatura a um preço acessível e livrarias estão se transformando em pontos de encontro da vida social e intelectual. É bonito ver, nesses estabelecimentos, os espaços tomados de leitores que aproveitam o tempo folheando os lançamentos, lendo os primeiros capítulos do livro recém-adquirido enquanto tomam um café e participando de eventos artísticos e culturais. Pais e filhos passam horas lendo histórias em almofadas gigantes em ambientes detalhadamente decorados para atrair e agradar às crianças.



No interior do Brasil, certamente isso ainda não é realidade. Contudo, vemos vários esforços do poder público para montar bibliotecas onde elas ainda não existem e ações de organizações não governamentais promovendo ações com o objetivo de facilitar o acesso às publicações nos lugares mais carentes.



Mas, afinal, como uma nação de leitores começa a se formar? Alguns dizem que é na família, com os pais lendo para as crianças, cultivando em casa uma pequena biblioteca com livros, revistas e jornais, comentando sobre as leituras que fizeram na hora das refeições e até encapando com os filhos os livros da escola para que durem mais. Tudo isso ajuda, sim, os pequenos a terem um testemunho próximo sobre a importância da leitura. Mas não basta.



Sabemos que a paixão pela leitura não vem no código genético das pessoas. Ela deve ser cultivada, incentivada e ensinada. Com isso, concluímos que a escola tem um papel crucial na formação de leitores. É lá que devem acontecer atividades significativas para que a comunidade leitora cresça cada vez mais, como destaca a reportagem de capa da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR de agosto/setembro, que está nas bancas. Dar amplo acesso aos livros - sem escondê-los em caixas ou trancafiá-los na biblioteca com medo que estraguem -, organizar o acervo de modo que os alunos possam escolher o que lhes agrada, envolver professores, funcionários e pais em atividades em que romances, contos e poemas aparecem como a atração principal são algumas ações que podem ser empreendidas pelos diretores escolares.



Uma escola envolta em um clima leitor é o elemento que mais facilita o trabalho do professor, que, no fim das contas, é o responsável por fazer crescer, nas diferentes fases escolares, o gosto pela leitura literária, como tratou a reportagem de capa de NOVA ESCOLA de agosto, disponível no site www.ne.org.br. A escola pode, com isso, se tornar o exemplo nas comunidades que ainda estão engatinhando nessa área ou dar sequência, nas que já incorporaram a leitura a seus hábitos cotidianos, ao círculo virtuoso que fará da nossa sociedade uma sociedade leitora.



Fernando José de Almeida (gestao@abril.com.br) é filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e diretor de Educação da Fundação Padre Anchieta.

Confira as dicas bacanas para incentivar a leitura em casa

OBA!! Mais livros nas escolas

Em 2011, mais de trinta milhões de estudantes serão beneficiados pelo programa Biblioteca da Escola (Governo Federal). No primeiro semestre de 2011, dez milhões de livros de literatura serão enviados para escolas públicas de ensino fundamental (49.799 unidades de ensino do 6º ao 9º ano) e de ensino médio (17.830 escolas). Os acervos terão títulos de diversos gêneros literários, como contos, crônicas, romances, poemas e histórias em quadrinhos.


Ao todo, incluindo as obras do PNBE Especial, Professores e Periódicos, o investimento foi de R$ 218,5 milhões.

No site do MEC você tem acesso às obras:
 
MEC/FNDE

Livros transformam comunidade quilombola

Como os livros mudaram a vida de uma cidade ribeirinha do interior do Pará


Foto: Alice Vasconcellos

Casa de leitura: a sala de uma moradora abriga os livros usados por toda a comunidadeNa Comunidade Quilombola Jacarequara, em Acará, a 25 quilômetros de Belém, a energia elétrica só foi instalada em outubro de 2006, transformando a vida das 42 famílias que moram lá. Dez meses depois, uma nova revolução marcou a história do vilarejo: a chegada de 280 livros enviados pelo Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O acervo inclui literatura infantil, juvenil e clássica, além de obras técnicas e didáticas. Antes disso, encontrar um material de leitura era coisa rara, assim como ler histórias. Hoje isso mudou.

Leia mais no site: http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/livros-transformam-cidade-612128.shtml

terça-feira, 25 de janeiro de 2011